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Mentes pensantes, seres brilhantes

Seremos nós seres de luz?

 

Unidos ao cosmo somos poetas

A vida é palco e lousa onde nossa pena

Traça contornos que somente a nossos olhos

é dado desvendar.

Nem sempre falamos de realidade

nossa lógica não vem da razão

 

Somos poetas, vomitamos o que sentimos

somos feitos de emoção.

30/06/2009

 




 

J.Sollo

Anúncios

velas-para-comemorar-aniversc3a1riosPássaros gorjeiam, trazem o anúncio de novo alvorecer

O sol se espreguiça, tímido e sonolento.

Desperta ainda uma alvorada de cores radiantes

 

Toda a natureza em festa

te canta essa linda canção

Em homenagem a você

Versos musicais também volteiam

em redor de mim

Destes escolhi os mais singelos

Pra te oferecer

 

E todos eles somente para dizer

FELIZ ANIVERSÁRIO PRA VOCÊ

 

 

 

 


Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2014 deste blog.

Aqui está um resumo:

Um bonde de São Francisco leva 60 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 400 vezes em 2014. Se fosse um bonde, eram precisas 7 viagens para as transportar.

Clique aqui para ver o relatório completo


                ser-avo-nos-dias-de-hoje-e-diferente

Para meu vô com carinho…

Vejo teus cabelos brancos, que indicam o caminho vivido

Em passos traçados, seguros e às vezes incertos pela vida

Lembro teus conselhos, que nos acalentavam as horas

A nos apontar sempre o melhor caminho e direção

 

A tintura do tempo tingiu não apenas tua face serena

Mas guarda na alma a sabedoria dos dias, serenidade e paz

E como batalhaste na vida na busca de um caminho seguro para nós

E o suor no teu rosto quando chegavas a tarde cansado da labuta

 

Hoje te acolhemos em nosso seio, e nos cabe dar-te amparo e consolo

Respeito por quem na vida tanto fez por nós, ofertamos a ti nosso carinho

Abrimos os braços a te amparar, e retribuir um pouco do amor e doação

No seio dos teus, regaço acolhedor, amiúde encontrarás abrigo e amor.

 

J. Sollo

 

 

 

 

 

 


 

Brilha lá no alto, no infinito

Sua majestade o Rei Sol

Sua luz embeleza o canto do rouxinol

Tornando nosso dia mais bonito

 

No verão traz calor de manhazinha

Á tarde parece um grande brilhante

No inverno seu calor agrada ao viajante

Quando se recolhe cansado à noitinha

 

 

No outono fulgura com grande clarão

Caem as folhas, nas árvores só ficam ramos

Primavera se enfeita de cores e renova os sonhos

Traz vida a brilhar, colorindo meu sertão

 

Teus raios, sorriso de um amigo bondoso

Faz vida tranquila na terra crescer

Qual semente pequenina a florescer

Tão bem faz a alma, como abraço afetuoso.

 

Irmão sol, serena presença que acalma.

Quando chove e nós ingratos maldizemos

Somos cegos, não vemos e pedimos o que temos.

‘Inda assim, conforta e aquece nossa alma?

sol 1

Irmão sol, tu tens um olhar rutilante.

É certo dizer que és nosso amigo

Tua amizade nos dá calor, fornece abrigo.

Tua face parece uma fornalha coruscante

 

Quando saltitam as felizes crianças

Gorduchinhas, tão branquinhas, inocentes.

Não as toca na candura o mormaço dos dias quentes

E tal que em minha alma já renascem as esperanças

 

Vindo já brejeira noite, matizada de beleza.

Já rebrilha no campo a relva embebida de tua luz

Pela luz da lua, que tal e qual a prata reluz.

No olhar sereno da noite, tão linda  a natureza!

 

A rasga-mortalha sacode o silêncio pulsante

Da noite sombria e de intenso negrume

Com grito lancinante que assombra e causa ciúme

Na passarada que espera novamente o sol radiante

 

Novo dia radiante promete trazer sorrindo

Irmão sol te espreguiça e tange a noite que geme

Sinfonia de sons, alegria que chega perene

No sulco do arado, a semente no chão vai se [abrindo

 

E assim o milagre da vida vem no sol

Que aquece, faz brotar da terra e germina.

Com luz e calor o sonho da natureza ilumina

No campo florido te saúda o mavioso rouxinol.

.

J. Sollo


                                   SERES                                                                  

 Pessoas que jurei amar e no entanto se foram de mim…                                       Outras tantas jazem no cerne do que sou e nunca os conheci.


Formo a antítese do ser que sonha ser supremo e no entanto ainda não rebentou.
Sou palavras desencanadas, como folhas que vagam ao vento,

 Às vezes fertilizam a terra onde brotará alguma semente;                                      outras hão de se perder entre pedras banhadas do calor causticante que incinera    toda poesia do viver.

 

 Estamos todos ligados, há um pulso supremo que poe a todos no mesmo ritmo.      Nossa verve, nossos sonhos aos quais pedimos respostas, e bem sei, vivo num mundo que não me vê, não me sente o cheiro, não faz caso de mim.


Invisível…mente que floresce e perfuma almas insensíveis;                                    Julgam conhecer-me sem considerar a sabedoria implícita nas sentenças nas quais me revelo.
Meu grito é contra a solidão, que vem como pluma e fere e aprisiona como mil grilhões Tudo quer ser, em tudo há o âmago desse palavra, etéreo ou material tudo é corrida, tudo mera ilusão.


Desvirginar todas as paginas que ainda não foram escritas
Atingir tudo que signifique conhecimento, devassar, romper renascer até alcançar as alturas e possa enfim compreender minha alma imortal.

J. Sollo


filho no braços
Poderá haver no mundo dor tal essa de ver um filho morrer…  

Alguém que nos braços seguraste quando criança, no balbucio dos primeiros “ais” e o sorriso gentil era só a mim dedicado.

Quando teus bracinhos estendeste, não era eu a te amparar, ou quando caÍas não fui eu a te secar as lágrimas e no peito te consolar?

Os velhos são a lembrança, carregamos como fardo o peso dos anos e lembranças de coisas que não vão voltar.

Não ter perto teus olhos, tua amizade, teu sorriso, alguém que amei nos tenros anos e crescido não consigo reconhecer na distância.

Surpresa maior na vida, dor tão atroz quanto a morte: é ver você nesse desengano e saber que em tua boca não mais há a palavra…

              Pai

 filho

J. Sollo


tres-coracoesRecordo aquelas velhas tardes de nós onde cada um esquecia dos afazeres e divagávamos nos versos comuns, e havia muito de nós em nossa pena.

Tardes langorosas quando não podíamos nos “ver” foram felizes nossos dias,assim apenas no simples imaginar.

Via teu rosto, podia sentir teu coração, o doce ou  o amargor do teu sorriso,há saudade daquele simples sonhar.

Lembro você sobre o banquinho: fazendo poses, lembro sim! A navalha não cortara tua carne, era alegre o teu rimar.

Nos conhecemos e chamamos de amor o vislumbre de esperança em saber que alguém poderia decifrar nosso coração.

Através desses olhos desenhamos a poesia e o que nascia dessas mentes se juntava e se tornava rio e unidos a outros tantos desaguava nesse mar.

Fomos tudo o que pudemos ser, nesse mundo quixotesco pensamos as vezes derramar amor. Nossa vida com a arte se confundia, havia sentido e ele vinha de nós.

Compreendo que de nosso coração nasce o sentimento e une todas as coisas e torna intimas pessoas tão desiguais, no fundo sabemos: somos a voz que pulsa e nada no mundo pode calar.

POETAS e POETISAS AO MAR!

J. Sollo


supereTenho um amigo que realiza palestras motivacionais. Ele costuma contar sempre esse história “Havia uma promissora equipe de natação, os nadadores eram os mais fortes, de melhor preparo físico e técnico, mas quando se tratava de competição o lado emocional sempre atrapalhava os atletas fazendo que conseguissem resultados ínfimos. Dividiram então a equipe em três partes e cada uma delas recebeu um acompanhamento  psicológico diferente: A primeira equipe foi preparada para lidar com a derrota, de modo que isso nunca influenciasse no seu moral, a segunda preparada para lidar com a vitória de modo que também isso não influenciasse em seu moral. A terceira preparada apenas para competir e dar o seu melhor, adivinha qual teve o melhor resultado? Vejamos, a primeira por ser preparada para lidar com a derrota, se preocupava apenas em conseguir resultados médios já que o importante era se classificar. A segunda por ser preparada apenas pra vitória, sentia-se horrível quando não conseguia as primeiras posições o que influenciava os próximos resultados. Nesses dois primeiros casos a preocupação em perder ou ganhar, roubava energia fundamental e desviava o foco, o que as enfraquecia. A terceira equipe finalmente por ser preparada apenas pra competir e dar o seu melhor foi a que logrou melhor resultado, pois buscar sua superação, os tornou verdadeiramente uma equipe de vencedores. Na busca da superação não competiam com os outros, senão consigo mesmos e a cada resultado que  conseguiam almejavam outros maiores; isso os tornou verdadeiramente os melhores. Essa foi apenas uma história ficticia criada por mim para lançar essa questão mas veja… Na vida a terceira opção ainda é a que dá melhores resultados, explore seus limites, persiga seus sonhos e não se preocupe com o que outros pensam, eles tem sua própria jornada a concluir. S.U.P.E.R.E-se, e S.U.R.P.R.E.E.N.D.A-se com seu poder criador.


Voltando a publicar… vamos a continuação de nosso mini romance, agora entra em cena mas um sentimento o ciúme (nem sempre tempero do amor) Se você ainda não leu nada, clique antes nesse link pra ler o inicio: https://jorgeluis30.wordpress.com/2013/02/24/168/amor adoles2

Quando todos saíram da turma viram-se sozinhos, então o sentimento falou mais alto e o primeiro beijo foi inevitável. Somente um roçar breve dos lábios, depois de tantas sensações vividas pelos dois, agora o ápice daquele jovem e promissor sentimento que daí em diante só aumentaria.

Dara separou-se de João perturbada, não levantou os olhos para ele. João aproximou-se dela, levantou-lhe o queixo para olhá-la. Lá nos olhos dele ela viu tanta ternura e amor que não mais duvidou. Estava amando e era correspondida. Maria saíra antes, já sabia que a amiga estava apaixonada, achava João legal via que ela gostava dela também, estava nos olhos dele.

Dara disse a João que fosse à frente, ela iria ao banheiro e o encontraria na cantina, deu-lhe um beijinho rápido e saiu correndo. João estava nas nuvens, correu para o pátio a fim de encontrar César, mas Maria havia chegado antes e César a chamou para um canto, interessara-se por ela desde a praia e agora que a vira sozinha não perdeu a oportunidade. Porém em vão João procurou pelo amigo onde pensara encontrá-lo, mas só encontrou Kátia que o esperava ansiosa:

– João gostaria de falar com você.

– Fala meu “biju” (às vezes ele a chamava assim)

– Não! Aqui não, vem comigo.

– O que foi Kátia? Eu vim atrás de César, mas ele sumiu – Kátia o levou para um canto que tinha uma cobertura ocultando quem estivesse ali, lugar preferido pelos namoradinhos ocasionais. João estranhou a atitude dela:

– O que é Kátia? O que você quer falar comigo? – repetiu.

– João será que você nunca percebeu. Todo esse tempo perto de você, como pode ser tão cego?

– Do que você está falando? – ele realmente não notara o interesse da amiga, que para ele era quase uma irmã.

– Seu burro, eu gosto de você! – esbravejou ela – há muito tempo, será que você é cego?

João estava atônito com o que ouvira, jamais iria esperar por essa… Enquanto pensava sem saber o que fazer Kátia de repente o empurrou contra a parede e o beijou como louca. Ele afastou-se dela com raiva e esbravejou:

– Você tá louca Kátia? Nós somos amigos.

– Eu te amo João – choramingou ela.

– Para Kátia! Eu gosto de Dara. Você é minha amiga. Eu estou apaixonado por ela.

João saiu chateado “o que ela tinha na cabeça” dizer que gostava dele e beijá-lo, não estava entendendo nada. Eles eram amigos desde Janeiro, vizinhos de rua. Foram as primeiras pessoas que conhecera após a mudança. Lembrava-se bem de como ocorreu o encontro. Foi no primeiro dia de aula; ele conheceu César no recreio, este logo apresentara a irmã Kátia. Ele gostou logo dos dois, mas agora aquilo, não sabia como agir.

“Meu ciúme é carregado de zelo por ti

É parte minha que contigo ficou

De saudade minha alma turba, é a esperança

De voltar o que o tempo apagou”

Pedro também não entendia o porquê de Dara não aceitá-lo de volta. Eles namoraram por seis meses, um dia ela o pegou com uma amiga sua a mesma que sempre criava intrigas entre ambos. Naquele dia Pedro estava chateado com Dara e quando Denise apareceu não a dispensou logo. Acabou “rolando” um beijo que Dara presenciou. Depois disso as brigas ficaram mais frequentes e acabaram o namoro “deram um tempo”. Mas ele nunca deixara de gostar dela, esperava reconquistá-la em breve.

Dara e João encontraram-se onde ela marcara; ele meio chateado por conta de Kátia, mas não contou nada para Dara que estava radiante. Ela também já o amava muito não conseguia esconder. De mãos dadas caminhavam pelo pátio quando de repente o inevitável acontece. Pedro os vê junto e parte para cima de João vociferando e gesticulando muito. João pego de surpresa não teve tempo de reagir. Levou um soco no olho o que o fez perder as estribeiras. Cobriu o outro de pancada. Logo juntava uma multidão de alunos. Dara sem saber como agir tentava separá-los; enquanto pedia suplicante aos colegas que a ajudassem, ninguém lhe fazia caso. Finalmente surgiram César e Maria e conseguiram finalmente separar os dois. Dara estava furiosa com Pedro.

– Seu maluco! – gritou – por que você tem sempre que brigar? Só sabe resolver tudo no muque.

– Eu te amo Dara – Pedro estava desesperado – não me deixa.

– Acabou Pedro! Entenda isso. Eu gosto do João, é ele que eu quero, nós não temos mais nada. Deixa-me em paz.

Enquanto discutiam, César procurava tirar João dali. Este tinha o supercílio cortado por onde sangrava um pouco. Maria tratava de acalmar Dara, foi quando apareceu o inspetor de alunos que anotou nome dos três e os levou ao diretor.

Com essa confusão, os pais de Dara, de Pedro e lógico a mãe de João foram chamados à diretoria. Onde ela descobre surpresa que o pai da tal Dara não era outro senão Thiago com quem namorara na adolescência e que a fez sofrer muito por causa dos ciúmes. Ela o amara muito, mas ele a deixara por outra garota. Nunca o perdoara totalmente. Amava o marido, mas a raiva não sumiu totalmente e agora o vendo ali depois de tanto tempo, ainda mais sua filha sendo responsável por seu filho estar sendo advertido. Ela sabia que por ser funcionária da escola isso também refletiria negativamente em seu trabalho.

Mal se falaram; depois de uma breve reunião entre o diretor e os pais dos brigões os mesmos prometeram disciplinar seus filhos. João e Dara não se viram mais depois disso, a mãe apressou-se em levá-lo para casa e ao chegarem despejou:

– Não quero mais que veja aquela garota!

– Como assim mãe? – bradou ele – eu gosto dela, nós não temos culpa, foi ele que começou.

– Não eduquei você para andar brigando na escola por causa de garotas.

– Mas mãe, eu quero ficar com ela, eu não fiz nada só me defendi. Ninguém vai me separar dela – gritou.

A mãe sabia que eles se amavam, vira nos olhos deles enquanto estavam na diretoria. Mas além do ciúme de mãe ainda havia o fato de ela ser filha de Thiago “não admitiria isso” e se ela fizesse seu filho sofrer assim como o pai já a fizera sofrer tanto.

– Não João, não quero saber desse namoro e acabou.

– Não acabou nada! – João estava aos berros – eu amo Dara e a senhora não vai me separar dela – disse isso e foi trancar-se no quarto enquanto deixava a mãe atônita. João nunca lhe falara assim, com tanta raiva, mas seria melhor para ele pensava. João no quarto parecia uma fera enjaulada “o que ela pensava, não iria separá-lo de Dara a mulher que amava”. Sentiu um enorme desejo de vê-la, mas tinha medo que não quisesse falar com ele. Não lhe telefonou por medo do o pai atender e brigar com ela. Decidiu sair de casa, mas não queria passar pela sala e encontrar a mãe. Por isso pulou a janela do quarto e ganhou a rua. Tencionava encontrar César para desabafar com o amigo inclusive sobre Kátia. Mas não o encontrou, rumou então para um boteco, entrou, sentou-se e ficou observando o movimento. Nunca estivera em um lugar assim, mas hoje estava sem rumo. Um garçom aproximou-se:

– Então rapaz, vai querer o quê?

– Me traz um “refri”, um guaraná completou. Quando o garçom já se ia afastando João o chamou de volta, precisava acalmar-se, experimentaria algo mais forte:

– Não esquece o refrigerante, me dá uma cerveja.

O garçom o olhou de cima abaixo, mas foi buscar o que ele pediu. João recebeu a cerveja e em dois goles apenas tomou a metade da garrafa. Tudo o que acontecera nos últimos dias voltou-lhe a mente. Ele ia bebendo distraidamente e quanto mais bebia mais pensava. Acabou a cerveja e pediu outra e outra. Ele pensava em Dara, via-lhe o cabelo louro o rostinho angelical, depois a via chorando… Precisava vê-la. O garçom veio avisá-lo que estava bebendo demais, era verdade ele um rapaz que nunca fora de beber, já havia tomado quatro cervejas.

– O dono disse para eu não atendê-lo mais, por favor, vá para casa.

– Tu…do be..be..bem, vou a outro lugar. Pagou o garçom que havia trazido a conta e levantou-se cambaleando. Não tinha para onde ir. Decidiu ir à casa de Dara, queria ouvir sua voz.

Caminhava tropegamente pelas ruas, às vezes tropeçava em algum rebordo da calçada; estava completamente embriagado. Chegou à casa de Dara e começou a gritar com voz pastosa.

– Dara meu amor, onde você está? Dara! – gritava cada vez mais descontrolado.

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