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QUISERA NÃO FOSSE SONHO

 

Ouço tua voz que me sussurra obscenidades

Teu hálito quente sopra teu desejo em meu ouvido

Te tomo por entre as folhagens

Mancho tua face e de olhos vidrados,

Em teu rubor me fitas

 

Quisera não fosse sonho

Quisera não fosse assim

E poder queimar na tua pele em brasa

E meus lábios em fogo a desenhar

Um caminho em teu umbigo

E outra vez o gozo em teu olhar

 

Infame versejar! Por mais que eu cante

Minhas palavras não vencem essa distância

Deixar de te amar como santa

Te fazer simplesmente a outra

Que desfruta seu quinhão sem culpas

E não teme o despertar…

 

J. Sollo

 

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One Comment

  1. Jorge esse poema eu digo que é o meu poema porque ele me faz levitar, é lindo…QUISERA NÃO FOSSE UM SONHO…QUIESERA NÃO TEMER O DESPERTAR.. QUISERA TER A CERTEZA DESSE OLHAR .


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